Em Lisboa, no Japão. Afinal não importava. O Japão não é tão longe como a vontade de estar longe de mim. Manter-me-ei no escuro de uma qualquer noite e continuarei a desejar que não estivesses tão só. E as caras felizes continuarão felizes. E o dia continuará a oscilar entre o azul e o cinzento.
Espero que sufoques no teu próprio vómito, na mais anónima das esquinas, por não quereres olhar para mim. Mas espero que sejas feliz, enquanto a felicidade durar.
15.2.07
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