O sangue não pára de correr. Tento convencer-me de que é a água quente que ajuda o sangue a estancar e mantenho, de há duas horas para cá, a mão dentro de água. Os meus olhos vão fechando porque estou dormente e desinteressado. Deixo-me cair devagar, sem tirar a mão da água quente, na esperança de não me sujar.
O sangue não pára de correr. Estou desconfortável.
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