Filosofia de vão de escada e amor de retrete. Choremos todos, pois. Não há como uma previsível sequência de acordes e uma cara bonita para nos pôr num desalmado pranto.
Por mais anos de racionalização forçada que me ofereçam, vou sempre preferir o sonho e os olhos como espelho da alma - ainda que prefira a interpretação "janela da alma".
Somos castelos de cartas.
24.6.07
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
0 comentários:
Enviar um comentário