Sentado, como sempre, sem que as pernas me doam mais do que o habitual, deixo-me levar por pensamentos ensonados. A única diferença é que não é de noite. Ainda há esperança.
Imagino a derrota em todas as pequenas batalhas, quanto mais nas grandes guerras. Esperei demasiado tempo e mudar o paradigma é chato, difícil e, muito provavelmente, desnecessário. Por isso, resta desistir com bravura ou com outra coisa qualquer.
9.7.07
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